Para ela, o perigo maior está nos casos em que, baseados no senso comum, líderes de comunidades terapêuticas abusam – sem o devido conhecimento – de termos como “psicose”, “depressão”, característicos do universo do tratamento clínico. “Tem muita gente usando isso sem saber do que fala, simplesmente porque não é profissional da área”, alerta. |