Enquanto as decisões eram tomadas, a ressonância revelou uma atividade menor nas regiões do cérebro associadas ao ato de tomar decisões, como a região orbital do córtex frontal. Para Charlotte Boettiger, que liderou o estudo, a descoberta pode apontar para uma "diferença cognitiva" nos viciados e abrir caminho para novos tratamentos para o alcoolismo. "Talvez o cérebro dos viciados não processe as conseqüências de suas decisões a longo prazo", diz a pesquisadora. |